durante esse ameno mês de agosto, paris é vazia de pessoas. poucos circulam pelas ruas, lojas de pequenos bairros fecham, crianças quase não se vê...
é uma verdadeira benção poder circular assim, livre, leve e solta, de havaianas nos pés e umas mil ideias na cabeça.
numa dessas andanças, acabei caindo no parque monceau, lá "no alto" da cidade.
umas ruínas romanas, flores coloridas, burgueses sentados nos milhões de banquinhos à disposição e... árvores!
quanta árvore impressionante existe nesse local!
galhosas, grandiosas, graciosas, seculares!
dessas imensas que formam sombras acolhedoras em torno delas, como se fossem cabaninhas folhosas isoladas do mundo real.
poderia morar nessas cabaninhas e só sairia de quando em quando, para tomar água na estranha mini cachoeira escondida num canto do parque e me alimentar dos restos de grãos rejeitados pelos pombos solitários.








Uma das coisas que mais me "dá nos nervos", me provoca vergonha alheia e me deixa às gargalhadas é a compulsão que alguns turistas tem de imitar a pose do monumento que fotografam. Ainda não consigo entender o porquê dessas minhas reações, que surgem em cadeia e me fazem passar da indignação ao riso.




















e hoje nós trabalhamos!