domingo, 28 de fevereiro de 2010

filarmônica de berlim



A história todo mundo já conhece: os ingressos para assistir à Filarmônica de Berlim já tinham se esgotado há tempos. Oportunidade que não se perde, a decisão foi logo tomada: vamos para a fila duas horas antes de começar.

Salle pleyel, ao lado do arco do triunfo, chuva fina. Gente elegante entrava sem parar, com seus ingressos garantidos e cara de barriga cheia.

A fila durou pouco. Em 1 hora a bilheteria informou que venderia ingressos no último minuto. Pulamos de alegria, ingresso na mão e expectativa saindo pela boca.

No programa, Wagner, Schonberg e Brahms.

O som era perfeito, a orquestra literalmente bailava, os aplausos eram intermináveis.

Sabe aquela sensação de participar da formação da história? Foi a mesma que eu tive nos seminários do Jacques-Alain Miller, genro do Lacan e intelectual pra lá de pop.

Parece que eu na beirinha da janela que dá pro mundo! E ela tá escancarada na minha frente!

Será que deixo a angústia de lado e abro os olhos?

2 comentários:

nuestras estorias disse...

ai, fiquei arrepiada!
belo belo belo aplasuos interminávies pra você.

Anônimo disse...

Que fofo.
que bom que estavam la,

beijos de saudades